Josenildo Cardoso, o Nido, é a esperança da singularidade no Poder Legislativo

Ele é pré-candidato a vereador pela REDE Sustentabilidade

(Fotos: arquivo pessoal)

Josenildo Cardoso de Lima, conhecido popularmente por Nido, é mais um maragogiense nato que aderiu à pré-candidatura de Adriano Calaça (REDE Sustentabilidade) para prefeito de Maragogi. Aos 44 anos, concluinte do curso de Gestão Hospitalar pela UNCISAL – Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, Nido se orgulha profundamente de ter estudado em escolas públicas municipais de Maragogi, “pois foi exatamente onde firmei minhas bases educacionais, através dos excelentes trabalhos e dedicação desses profissionais da Educação, muitos já aposentados, alguns ainda na ativa”, diz o pré-candidato a vereador pelo partido REDE Sustentabilidade.  

Servidor público efetivo do município há 19 anos, Josenildo atualmente é lotado na Secretaria de Trabalho, Emprego e Geração de Renda – CAET- Centro de Apoio ao Empreendedor e Trabalhador. Em sua trajetória de engajamento social, participou como conselheiro da Saúde durante dez anos, na condição de representante da Igreja Católica, no segmento Usuário; Conselheiro Habitacional, por quatro anos; Coordenador, Tesoureiro e Membro da Pastoral do Dízimo da Comunidade Nossa Senhora da Conceição, situada no Carvão; Conselheiro Ecumênico Financeiro da Paróquia Santo Antônio. Há três anos, é Conselheiro Gestor do IPREV – Instituto de Previdência de Maragogi; e, usando seu espírito de liderança, tornou-se representante de turma do Curso de Gestão Hospitalar.

Casado há 22 anos com Valéria Carina, com quem tem dois filhos – Ariel, de 21 anos, e Kauê, de 17. “Sou de uma família humilde e batalhadora, de nove irmãos, filhos de Bráulio e Edileuza. Aprendemos a trabalhar desde cedo, pois vivíamos da agricultura e pesca, o que nos preparou a enfrentar o mundo, mostrando na prática que todo trabalho é digno de respeito, graças aos seus bons exemplos, aprendi a ser solidário, compartilhar e servir ao próximo”, revela Josenildo.



Sua primeira experiência profissional na iniciativa privada se deu ainda na infância, numa mercearia no bairro do Carvão, e, depois, na função de chapeiro numa lanchonete. De lá para cá, desempenhou várias funções, dentre as quais, as de copeiro, segurança, mensageiro, recepcionista e caixa, em conceituadas empresas de turismo, como os hotéis Salinas e Areias Belas. Apaixonado por cultura popular, foi o idealizador e coreógrafo da quadrilha junina Flor do Jucá, a primeira quadrilha estilizada de Maragogi. Aliás, foi ele o organizador do primeiro concurso de quadrilhas no município.

“É a primeira vez que me candidato a cargo eletivo”, conta Nido. “Mas sempre fui um ser político. Minhas vivências públicas retratam bem o que falo. Sempre encontrei disposição para participar ativamente na mobilização e discussão em torno dos problemas prioritários de Maragogi. Entendo a política enquanto ferramenta de comunicação e transformação social. Realmente, como diz Aristóteles: somos animais políticos”, enfatiza Nido.

Mas confessa que não foi uma decisão simples, principalmente dado o desgaste da imagem dos políticos, “uma boa parte deles desperta uma reação de desprezo por parte da sociedade. Por outro lado, há a perspectiva do correto objetivo da política, no sentido de ser ferramenta na busca da resolução das demandas sociais”. Outro fator impactante que somou à sua decisão, revela, foi se aperceber preparado, após avaliação responsável em relação às habilidades necessárias, para exercer o papel de representante dos munícipes de Maragogi. Ao longo do tempo, trilhou o caminho árduo da busca do conhecimento, formação acadêmica, espiritualidade e cidadania participativa através do contato social.  



Com formação em Gestão Hospitalar e vasta vivências pessoais e profissionais, Nido diz que se propõe a lutar e ser identificado por três grandes causas/bandeiras, às quais tem se dedicado há anos: defesa dos serviços públicos, Cidadania e participação social. “Devemos desconfiar dos candidatos que dizem ter projetos prontos e acabados para atender às demandas sociais de Maragogi, ou se dizem defensor dos interesses públicos, sem terem o respaldo e legitimidade da sociedade civil organizada”, dispara o pré-candidato. “Nesse sentido, entendo ser a hora de fazer algo a mais pelo meu município. Tenho consciência dos desafios, são muitas as demandas e necessidades.”

Nido aproveita para elogiar o pré-candidato majoritário Adriano Calaça. Segundo ele, o professor é um homem íntegro e honrado, tem uma bonita história de dedicação e superação que inspira os maragogienses. “Adriano também tem origem simples e humilde, e conseguiu vencer as adversidades do nosso mundo de injustiças e desigualdades sociais através dos estudos, ao se tornar professor e servidor estadual da Justiça. Na política, talvez da vivência do ensino das salas de aula, passa otimismo, motivação, empatia, senso de coletividade, abertura para aprendizagem e exercita o aperfeiçoamento das habilidades através do grupo. Sem dúvida, estou no melhor ambiente político, pois não temos vereadores de mandato; assim, somos igualmente importantes dentro do partido, há o reconhecimento norteador da importância do bom funcionamento da administração pública. Por sermos oriundos das classes necessitadas, existe a certeza de que, na dimensão política, somos interdependentes e, sobretudo, a vontade de construir trajetórias legitimadas socialmente, a partir das bases da pirâmide social.”

Questionado sobre o que representa de novo, Josenildo responde que não propõe algo novo. Diz que basta seguir as funções de um vereador, que são fiscalizar, legislar e representar de forma legítima, para impactar positivamente na vida dos cidadãos. “Aliás, aprendamos a desconfiar dos que se dizem da ‘nova’ política. O exercício do vereador é tão imperceptível na vida pública, que aquelas funções exercidas podem parecer ‘novas’. Mas tenho esperança que a população se aproprie e acompanhe cada vez mais a vida política dos nossos representantes”, confessa.

Na Câmara, se eleito, Nido pretende estudar as Leis existentes e discutir mudanças que realmente venham beneficiar os cidadãos maragogienses, principalmente os mais carentes e/ou menos favorecidos, como também cobrar a execução das mesmas, pois, de acordo com ele, não adianta só aprovar e não fiscalizar a sua aplicabilidade. “É sabido por todos que existem centenas de Leis (municipais, estaduais e federais), porém, muitas delas não são colocadas em prática por não corresponderem aos interesses do Executivo, onde só são executadas parcialmente. Entretanto, aquelas e/ou aqueles artigos que favorecem aos interesses do gestor municipal, essas são executadas e respeitadas à risca. Em contraponto, as que não são de seus interesses, e sim, da população, são esquecidas e engavetadas.” Josenildo encerra dizendo que pretende despertar na população o sentimento de coletividade, fazendo-a enxergar a importância de sua participação nos processos dessas ações, onde o povo é o patrão e o político, o empregado.

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