ELES TÊM NOME! 9 jovens brasileiros, 9 vidas tiradas pelo Estado. Até quando?

Seis policiais militares envolvidos na ação que resultou em 9 mortes em Paraisópolis são afastados das ruas

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Marcos Paulo Oliveira dos Santos, 16 — Primeira vítima a ser reconhecida. Estudante, morava no Jaraguá, zona norte de São Paulo.

Denys Henrique Quirino da Silva, 16 — Denys morava com a família em Pirituba, zona oeste de São Paulo. O garoto de 16 anos estudava e trabalhava com limpeza de estofados e sofás. Os familiares do adolescente contestam a versão de que ele tenha morrido pisoteado porque, de acordo com eles, o corpo e as roupas do jovem não tinham sinais de pisões ou marcas de sapatos.

Dennys Guilherme dos Santos Franca, 16 — Ex-aluno da Escola Estadual José Talarico, no distrito de Vila Matilde, na zona leste, o jovem estudava administração na Unip.

Gustavo Cruz Xavier, 14 — Gustavo, a vítima mais nova, também não morava em Paraisópolis. Ele vivia com a família no Capão Redondo, também na zona sul. Segundo o padrinho, Roberto Oliveira, a família havia aconselhado o adolescente a não ir ao baile por questões de segurança.

Gabriel Rogério de Moraes, 20 — Gabriel morava em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Seu corpo foi reconhecido pelos pais no IML.

Mateus dos Santos Costa, 23 — Baiano, morava há cinco anos em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Flamenguista, morava sozinho e trabalhava vendendo produtos de limpeza.

Luara Victoria de Oliveira, de 18 anos, única vítima do sexo feminino do crime em Paraisópolis. Luara morava com uma amiga após a morte do pai e da mãe e estava desempregada.

Bruno Gabriel dos Santos, fez 22 anos no último dia 28, mas resolveu comemorar com os amigos na noite de sábado (30), dia em que ocorreu a chacina.

Eduardo da Silva, 21 anos, era morador do bairro Cidade Ariston, em Carapicuiba, na região metropolitana de São Paulo, morava com a mãe, o pai, uma irmã e o filho. Ele trabalhava com o pai em uma oficina de carros e nunca teve nenhum envolvimento com a polícia.

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