7 Maravilhas de Alagoas

Ruínas do Mosteiro de São Bento representará Maragogi

(Fotos: Internet)

O portal “Destino Alagoas” é quem está à frente do concurso “As Sete Maravilhas de Alagoas”. A proposta é promover o estado e atrair aos municípios um número ainda maior de visitantes. O concurso está divido em três categorias: “Belezas Naturais”, “Patrimônio Histórico e Arquitetônico” e “Cultura Material e Imaterial”.
 
Para concorrer, os municípios se inscreveram através do site setemaravilhas.destinoalagoas.com até o dia 09 de fevereiro desse ano. As indicações foram feitas também por qualquer pessoa, inclusive com fotos de própria autoria. Após uma seleção realizada por uma banca especializada, as “maravilhas” serão submetidas ao voto popular. Os vencedores que forem indicados por pessoas receberão prêmios.
 
A iniciativa do site recebeu total apoio da Secretaria de Estado do Turismo, que tem divulgado o concurso e fará parte da comissão julgadora. Para a secretária Danielle Novis, a iniciativa, além de muito benvinda, é democrática.
 
“Alagoas é bonita demais e avalio a iniciativa como muito positiva, já que do litoral ao sertão temos uma infinidade de destinos maravilhosos, que serão apresentadas pelos próprios moradores daquele município e, além disso, despertar outro olhar da população e visitantes”, afirmou a secretária.
 
As Ruínas do Mosteiro de São Bento, situado no outeiro do povoado homônimo, é um dos pontos turísticos nativos que representará o município de Maragogi, ao qual pertence, na campanha. Um outro ponto são Galés (piscinas naturais, já internacionalmente conhecida).
 
Todos os concorrentes estão na fan page da campanha: https://www.facebook.com/7maravilhasdealagoas. Quem fará o julgamento final é o público.
 
“Será mais um atrativo turístico para Maragogi”, disse Ana Rogato, da Destino Alagoas. “É importante para a comunidade. Maragogi tem que se apropriar de todas as suas candidaturas, porque tem mais de um atrativo sendo candidato por Maragogi. O município terá que fazer toda divulgação, e melhorar, em termos de acesso, por exemplo, para que esses se tornem pontos atrativos e que tenha mais visitação e valorização do patrimônio por parte da comunidade.”
 
O Mosteiro, antes um ponto de vigília secular da região, guarda em seus fragmentos o atestado de fé dos monges beneditinos que ali se estabeleceram entre os séculos XVII e XVIII.
 

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